Saiba quais investigações que tiram o sono de David Almeida

Investigações envolvem viagens ao Caribe, contratos com familiares e suspeitas de corrupção e fraude.

Saiba quais investigações que tiram o sono de David Almeida

O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), é alvo de sete investigações criminais autorizadas pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). As apurações envolvem suspeitas de corrupção, fraude em licitação e favorecimento de familiares e empresários com contratos públicos.

Entre os casos investigados estão viagens ao Caribe e pagamentos mensais de R$ 20 mil à sogra do prefeito, Lidiane Oliveira Fontenelle, por uma empresa contratada pela Prefeitura.

As investigações foram abertas a pedido do Ministério Público do Amazonas (MP-AM),que aponta possíveis benefícios pessoais e políticos a partir de contratos da administração municipal.

Saiba o que está sendo investigado:

  1. Viagens ao Caribe: apura se despesas do prefeito e da primeira-dama foram custeadas por empresários com contratos milionários com a Prefeitura.
  2. Contratos com familiares: pagamento de R$ 20 mil mensais a Lidiane Oliveira Fontenelle, sogra do prefeito, por empresa contratada pela Prefeitura.
  3. Suspeitas de peculato: uso indevido de recursos públicos.
  4. Corrupção passiva: favorecimento de empresários em contratos com a Prefeitura.
  5. Fraude em licitação: irregularidades em processos de contratação da administração municipal.
  6. Contratos suspeitos envolvendo outros parentes: apuração de relações de familiares com fornecedores da Prefeitura.
  7. Outros casos de contratos e benefícios irregulares: totalizando sete investigações autorizadas, sendo que uma foi arquivada a pedido do Ministério Público.

O Ministério Público também apura se empresários bancaram viagens do casal para o Caribe nos carnavais de 2024 e 2025. Em uma das viagens, Izabelle foi filmada em festa com champanhe em um clube de luxo na ilha de São Martinho, ao lado de empresários com contratos com o município.

autorização para investigar foi concedida mais de um ano após o pedido do MPAM. Por causa do foro privilegiado, o caso passou por cinco relatorias em 13 meses no TJAM, até ser assumido pela desembargadora Vânia Marques Marinho.